CADEIRA 12

ACADÊMICOSQUADRO ACADÊMICO

César Alexandre Pereira

César Alexandre Pereira nasceu em Taquari, em 2 de janeiro de 1934.

Diplomado em contabilidade e bancário, foi professor do SENAC e aposentou-se como funcionário da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul.

Editou “Carrossel de Cinzas”, em 1960, com poemas líricos e sonetos. Com “Dardos de Ajuste”, 1974, embarca na poesia social com poemas que publicara a partir de 1959, no Correio do Povo, no ritmo épico da geração de 60. Segue-se “Porta de Emergência” (1989), no mesmo sentido. Em 2012, lançou “Caminhos do fruto”.

Foi um dos precursores da poesia concreta e visual, tendo criado o “Poenigma”, em 1965, no caminho das vanguardas da época. Participou de antologias e ganhou prêmios nos gêneros poesia e conto, entre eles o Prêmio Petrobrás (1989). Ministrou oficinas de poesia na Casa de Cultura Mário Quintana e, durante dez anos, participou da diretoria da Associação Gaúcha de Escritores.

Foi membro do Grêmio Literário Castro Alves. É membro da Academia Rio-Grandense de Letras, ocupando a Cadeira 12. 

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Academia Rio-grandense de Letras

Unimed RS

PATRONOS

CADEIRA 15

Múcio Scevola Lopes Teixeira

(por Anselmo F. Amaral)

A literatura sul-rio-grandense tomou forma própria, com conteúdo regionalista, e expandiu-se a partir da fundação da Sociedade Partenon Literário, em 1868. Iniciativa de um grupo de jovens liderados por Apolinário Porto Alegre. Ali figuraram nomes como: Júlio de Castilhos, Assis Brasil, Fernando Osório (pai), Homero Batista, Lobo da Costa, Revocata dos Passos Ligueroa de Melo e o próprio Caldre e Fião.

Em meio àquela plêiade de escritores, artistas e homens de ciência apareceu um jovem poeta com, apenas, treze anos...

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