FERNANDO

ACADÊMICOSQUADRO DE EMÉRITOS

Fernando O. M. O’Donnell

Fernando Otávio Miranda O’Donnell (São Borja, 04.01.1941). Formação: Ciências Jurídicas e Sociais (PUC/RS) e Curso de Letras Clássicas (PUC/RS). Funções públicas: Caixa Econômica Federal, Secretaria de Estado da Cultura RS (sub-secretário de Cultura),  Conselho Estadual de Cultura RS (presidente e conselheiro). Participações: membro efetivo licenciado do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul e da Academia Rio-grandense de Letras. Integrou o Conselho Consultivo da Revista Justiça & História, o Memorial do Judiciário do Rio Grande do Sul, o Instituto de História e Tradição do Rio Grande do Sul, a Estância da Poesia Crioula e o Instituto Histórico e Geográfico de São Luís Gonzaga. 
Livros: Apparício Mariense – dados biográficos e contextuação histórica. Pallotti, Santa Maria, 1982 - Avulsário Comarcão. Mare Nostrum, Porto Alegre, 1983 - Notícia dos combates de Capão do Mandiju e Estância dos Figueiredos – as revoluções de 23 e 24 em S. Borja, Itaqui e Santiago. Martins Livreiro, P. Alegre, 1985 - Apparício Mariense da Silva. Súmula biográfica e histórica (três edições). Comissão do Centenário da Moção Plebiscitária. São Borja, 1987 - Francisco Miranda vivendo a República. Metrópole, P. Alegre, 1988 - Textos políticos. Transição Império-República 91887-1893/RS. Metrópole, Porto Alegre, 1991 - Elementos da história política de São Borja (1889-1947), Edigal, Porto Alegre, 2014 - O Brasão de São Borja. ProArte, Porto Alegre, 2015 - Andresito Artigas e São Borja (co-autoria com Ramão Rodrigues Aguilar). Edigal, Porto Alegre, 2017 - Populário São-borjense (co-autoria com Apparício Silva Rillo), Martins Livreiro, Porto Alegre, 1991 - Luzes - escritos notáveis do Rabino Hirsch Zelcovicz (tradução). Mare Nostrum, Porto Alegre, 1978 – Letra e espírito da Regra de Santa Clara (tradução). Frei Lázaro Iriarte, OFC. EST, Porto Alegre, 1978 - Manual da LIC (glossário), em co-autoria. Nova Prova, Porto Alegre, 2004.
Antologias: Poesia com endereço. UEERGS, Porto Alegre, 1964/65 - Antologia da Estância da Poesia Crioula. Sulina, Porto Alegre, 1970 - Antologia dos poetas são-borjenses. Martins Livreiro, Porto Alegre, 1982, 1ª ed., e Dualcom, 2012, 2ª ed. 
Colaborações, prefácios, sinopses e outras publicações: Doze mil rapaduras & outros poemas, Apparício Silva Rillo. Tchê, Porto. Alegre, 1984 - 30 anos de poesia de Apparício Silva Rillo, Tchê, Porto Alegre, 1986 - O combate da Estância da Serra – sinopse. In “Seis combates & uma invasão”. Evangraf/Brigada Militar, Porto Alegre, 1987 - 50 anos de literatura – perfil das patronas. Academia Literária Feminina RS. IEL, Porto Alegre, IEL, 1993 - O Conselhos de Cultura. Palestra. Anais do II Fórum dos dirigentes municipais de cultura. FAMURS, Porto Alegre, 1993 - Pareceres e votos em Pareceres I e II, CEC/IEL, 1993 e 1994 - Por sertões e coxilhas, Pedro Salles de Oliveira Mesquita (apresentação, seleção e cronologia) IEL, Porto Alegre, 1994 - Os 75 anos do Instituto. Separata. Revista n.º 131 do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul, 1995 – A questão da Real Feitoria do Linho-Cânhamo. Voto reproduzido In Revista n.º 3 do Instituto Histórico e Geográfico de Pelotas, Pelotas, 1997 - Interrogação à margem do Centenário. Revista da Academia Rio-grandense de Letras, n° 13, 1997 - Introdução a “Getúlio Vargas”. Parlamentares gaúchos. Série Perfis, n° 2. Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, 1997 – José Antônio Flores da Cunha. Série Perfis, n° 3. Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, 1998 – Apparício Mariense da Silva. Súmula biográfica e histórica (reedição revista). Câmara de Vereadores, São Borja, 1999 - Escritos inéditos de Apparício Silva Rillo. Revista da Academia Rio-grandense de Letras, n.º 17 - Generoso... a lenda que o rio levou, Dr. Ivo Drago. Impresul, São Borja, 2002 - Diários da Revolução de 1893, Tomos I e II. Memorial do Ministério Público RS, 2004 - A força das perucas, Mikita Cabelleira. Nova Prova, Porto Alegre, 2006 - Brizola e a Cidade. Revista “Presença”. Instituto Histórico e Geográfico de São Luís Gonzaga nº 3, 2008 - O contador de histórias  − causos do Rio Grande, Dr. Ivo Drago. DAC/SMEC, São Borja,  2008 - Dr. Cabelleira, prazer em conhecê-lo, Mikita Cabelleira. Ed. Bestiário, Porto Alegre, 2009 - Deus, a consciência e o gene, Dr. Sérgio Bastos Seitenfus. Ed. Conceito, São Borja, 2009 – Canguçu Velho-RS a sede da Real Feitoria do Linho Cânhamo do Rincão do Canguçu, 1783-1789, Cel. Cláudio Moreira Bento. Ed. da AHIMTB, Resende, 2009 - Marcha da Divisão do Norte, reedição, Albino José Ferreira Coutinho. Estudo e apresentação. Ed. Edigal, Porto Alegre, 2011 - Apparício Mariense da Silva. Súmula biográfica e histórica, 3ª edição revista e atualizada. Câmara de Vereadores, São Borja, 2012. 
Heráldica: Co-autor do Brasão de São Borja, 1957 - Julgador do Brasão de Nova Roma do Sul, 1994 - Julgador do Brasão e Bandeira de Alto Feliz. 
Diversos: jornais da PUC, Folha de S. Borja, O Independente de Júlio de Castilhos, A Razão de Santa Maria; revistas O Eco Rosariense, Cacimba, Revista Armazém de Cultura e outras - Jurado em três edições da “Ronda de S. Pedro” (festival de música nativista de São Borja).
Distinções: troféus Padre Francisco García de Prada (2 vezes), Teresa Verzeri, 2002 do Colégio Sagrado Coração de Jesus, São Borja, Personalidade São-borjense (26.12.2004), 6ª Edição Rádio Butuí/ São Borja, 08.2007, 40 Anos Folha de São Borja (26.06.2010), Cruz Missioneira, título de Amigo da Brigada Militar, louvor da Câmara de Vereadores, São Borja, 1990, título n.º 1 de São-borjense ilustre (15.05.1990),  diploma de colaborador da Academia Literária Feminina do Rio Grande do Sul, 2005, patrono da XX Feira do Livro de S. Borja, 10. 2005,prêmio e diploma dos festejos do 330º anos da fundação de São Borja (homenagem dos Poderes Executivo e Legislativo. São Borja, 21.05.2012.)
 

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Academia Rio-grandense de Letras

Unimed RS

PATRONOS

CADEIRA 19

João Cezimbra Jacques

(por José Francelino de Araújo)

O pioneiro João Cezimbra Jacques teve sua vida assinalada por dois pontos fundamentais: o infortúnio e o pioneiris-mo. Seu pai, ainda moço, morreu na guerra do Paraguai, onde também servia João Cezimbra Jacques, com apenas 18 anos de idade, engajado no 2o Regimento da Cavalaria. Sua mãe, esposa e filhos faleceram jovens.

Nasceu na rua do Acampamento, em Santa Maria, no dia 13 de novembro de 1849 e morreu no Rio de Janeiro, aos 73 anos de idade. Seu pioneirismo se revela por inúmeras iniciativas: como escritor abordou assuntos até...

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