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Nota pública da ARL sobre o incêndio no Museu Nacional

03 de setembro de 2018

A Academia Rio-Grandense de Letras apresenta seu mais intenso protesto contra o desinteresse dos governos brasileiros pelo fazer cultural. A destruição da memória e do patrimônio, com o incêndio do Museu Nacional nesta noite, demonstra que os políticos, obcecados com a busca de votos para perpetuarem-se no poder e alguns apropriando-se do dinheiro público para enriquecimento pessoal e partidário, não se importam com a cultura que, mais do que tudo, identifica um povo e uma nação.

O incêndio e completo perdimento do patrimônio histórico e social não é fato isolado. No momento recente, sofremos o incêndio do Museu da Língua Portuguesa, e outros prédios igualmente importantes estão à mercê do infortúnio. E não se culpe apenas o governante de plantão: também aqueles anteriores, que se arvoram em salvadores da pátria, nada fizeram, a não ser para seus correligionários. Basta a todos eles.

Porto Alegre, 3 de setembro de 2018.

 

José Carlos Rolhano Laitano

Presidente da Academia Rio-Grandense de Letras

Academia Rio-grandense de Letras

Unimed RS

PATRONOS

CADEIRA 12

Francisco Lobo da Costa

Francisco Lobo da Costa nasceu em Pelotas, Rio Grande do Sul, em 18 de julho de 1853, sendo filho de Antônio Cardoso da Costa e Jacinta Júlia Lobo Rodrigues. Fez o curso de alfabetização na Biblioteca Pelotense. Foi, em Pelotas, auxiliar de escritório em 1867 e praticou telegrafia em 1870.

Destacou-se como redator de O Comércio em 1870 e fundador c diretor da revista Castália, no mesmo ano. Foi ainda redator do Eco do Sul, de 1872 a 1873, de O Investigador em 1873, do Jornal do Comércio de Pelotas em 1876, do 11 de junho, em...

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