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Saiba como foi a cerimônia de entrega do Prêmio Academia Rio-Grandense de Letras

16 de dezembro de 2017

Em cerimônia que contou com a presença do escritor Luis Fernando Verissimo, a Academia Rio-Grandense de Letras (ARL) premiou os vencedores do seu concurso literário, na noite de terça-feira, 12/12/2017, no auditório Barbosa Lessa do Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, entre canções do músico Toneco, ao vivo com violão, e leitura de trechos de textos do cronista.
 
Germana Zanettini recebeu o Troféu Alceu Wamosy pelo livro "Eletrocardiodrama" (Editora Laranja Original) pelas mãos do presidente eleito da ARL, José Carlos Laitano. Os outros indicados para melhor livro de poesia receberam diplomas: os escritores Demétrio de Azeredo Soster, pelo livro "Quase coisa" (Editora Catarse), e Maria do Carmo Campos, por "Cenas mínimas" (Editora Libretos). 
 
Na categoria de tese ou dissertação acadêmica, Daniele Marcon, da Universidade de Caxias do Sul, levou o Troféu Dyonélio Machado, com a tese "Afinal de contas, o que é um gaúcho? Erico Verissimo e as identidades regionais do Rio Grande do Sul". O troféu foi entregue pelo artista criador da peça, Lucas Strey. O outro finalista era Fabrício Antônio Antunes Soares, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, com "Farrapos de estórias: romance e historiografia da Farroupilha (1841-1999)".
 
Verissimo foi homenageado pela Academia com o Troféu Escritor do Ano, depois de escolhido em votação pelos acadêmicos. O homenageado recebeu o troféu das mãos de Avelino Collet, presidente da ARL nos últimos dois anos. Emocionado, o autor lembrou a data próxima do aniversário de seu pai, o escritor Erico Verissimo, e dedicou o prêmio a sua memória: "A pessoa responsável pelas minhas leituras e influência, um exemplo de vida", disse.
 
 

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Academia Rio-grandense de Letras

Unimed RS

CADEIRA 19

PATRONOS

João Cezimbra Jacques

(por José Francelino de Araújo)

O pioneiro João Cezimbra Jacques teve sua vida assinalada por dois pontos fundamentais: o infortúnio e o pioneiris-mo. Seu pai, ainda moço, morreu na guerra do Paraguai, onde também servia João Cezimbra Jacques, com apenas 18 anos de idade, engajado no 2o Regimento da Cavalaria. Sua mãe, esposa e filhos faleceram jovens.

Nasceu na rua do Acampamento, em Santa Maria, no dia 13 de novembro de 1849 e morreu no Rio de Janeiro, aos 73 anos de idade. Seu pioneirismo se revela por inúmeras iniciativas: como escritor abordou assuntos até...

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