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ACADÊMICOS

Clóvis Assumpção

Clóvis Assumpção (aquarela de Edmundo Castilhos Rodrigues)

Clóvis Assumpção nasceu em Bagé, no ano de 1920 e faleceu em 2013. Foi poeta, crítico de arte, poesia e cinema.

Clóvis Pereira Assumpção foi membro correspondente da ABDL (Associação Brasileira de Difusão do Livro), um incentivador do teatro e do cine-clubismo, crítico de cinema, de poesia e de arte em geral. Ao lado de vários outros intelectuais, apoiou Paulo Fontoura Gastal na fundação do Clube de Cinema de Porto Alegre, em 1948. Advogado e jurista, membro da Justiça do Trabalho, publicou também trabalhos de caráter jurídico. Foi professor de Filosofia da Arte da UFRGS e crítico de arte do Jornal Correio do Povo (de 1948 a 1955) e da Revista Quixote. Seu livro As águas não têm memória foi lançado com capa dura revestida de tecido rústico e com ilustrações de Carlos Scliar. Na crítica, entre outras coisas, trabalhou pelo resgate da memória de artistas como os do chamado “Grupo de Bagé”.

Obra poética destacada

  • As águas não têm memória. Porto Alegre, Globo, 1942 (2ª ed. 1962, Edições Pégaso , com capa dura revestida de tecido rústico de Carlos Scliar, pelo sesquicentenário de Pelotas.)
  • Precisamos de um mar de ternura. Porto Alegre, Globo, 1942.
  • Trens, neblina e rosa fria. Canoas. Tipografia e Editora La Salle, 1973 (Poemas de tendência cubista escritos na década de 1940 no Rio de Janeiro e em Porto Alegre).
  • Anatomia e metafísica do jazz. Canoas, Tipografia e Editora La Salle, 1976, ilustrações de Paulo O. Flores.
  • Retrato sem tempo de bruma. Porto Alegre, edição do autor, 1976.
  • Chuva de outono para lobos. Canoas, Tipografia e Editora La Salle, 1976.
  • Um robô retorna ao nada. Porto Alegre, edição do autor, 1976.
  • A noite não admite comparações. Canoas, Tipografia e Editora La Salle, 1977.
  • Proporção baudelaireana em verde maior. Canoas, Tipografia e Editora La Salle, 1977.
  • As sombras plagiam a noite. Canoas, Tipografia e Editora La Salle, 1977.
  • Socratizo nas portas da noite. Canoas, Tipografia e Editora La Salle, 1977.
  • Grandes flamboyants cobertos de noite. Canoas, Tipografia e Editora La Salle, 1977.
  • Só tua mão de luva. Canoas, Tipografia e Editora La Salle, 1978.
  • Vária louvação das coisas pequenas. Canoas, Tipografia e Editora La Salle, 1986.
  • Meus outonos singulares e plurais. Canoas, Tipografia e Editora La Salle, 1986.
  • Com meu pedaço de pão. Canoas, Tipografia e Editora La Salle, 1989.

Obras destacadas em história da arte e teoria poética

  • Arte do Grupo de Bagé: História. Canoas, Tipografia e Editora La Salle, 1975.
  • Panorama Poético de Eduardo Guimarães. Porto Alegre, Editora Sus, 1975.
  • Panorama Poético de Pedro R Wayne. Porto Alegre, Sociedade Universitária Sul-Rio-Grandense, 1975.
  • A poesia de Fernando Whitaker da Cunha: conferência crítica. Associação Brasileira de Crítica Literária, 1981.
  • Cesar de Castro. Associação Brasileira de Crítica Literária, 1981.  
  • Sépia: crítica de exposições coletivas. Canoas, Tipografia e Editora La Salle, 1991.

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PATRONOS

Felix da Cunha

Félix Xavier da Cunha nasceu em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, no dia 16 de setembro de 1833, filho de Francisco Xavier da Cunha e Maria Quitéria de Castro e Cunha. Era irmão de Francisco Xavier da Cunha. Cursou humanidades no Colégio Dom Pedro II no Rio de Janeiro de 1843 a 1848. Formou-se bacharel em Direito em São Paulo no ano de 1854. Após a formatura,...

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