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Falecimento do sócio correspondente João Justiniano da Fonseca

26 de janeiro de 2016


No dia 22 de janeiro deste ano de 2016, faleceu na cidade de Salvador, Bahia, aos 95 anos de idade, o escritor João Justiniano da Fonseca, sócio correspondente da Academia Rio-Grandense de Letras.
João Justiniano da Fonseca nasceu em Rodelas, em 30 de junho de 1920.
Serviu ao Exército Brasileiro entre 1940 e 1944, tendo aí realizado o curso de formação de sargento. Servidor público aposentado, foi prefeito de sua cidade natal no período de 1967 a 1971, e em seguida foi vereador.
Na área literária, foi membro de diversas instituições culturais, como o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, a União Brasileira de Trovadores (UBT) e a Casa do Poeta Brasileiro. Como correspondente, associou-se à Academia Rio-Grandense de Letras, à Academia Petropolitana de Letras, da Academia Petropolitana de Poesia Raul de Leoni e à Casa do Poeta Rio-Grandense.
Obras do autor:
Safiras e Outros Poemas (poesia lírica)
Sonhos de João (poesia lírica)
Brados do Sertão (poesia épico-social)
Sonetos de Amor e Passatempo (poesi)
Rio Grande do Sul (poesia vária)
Luiz Rogério de Sousa – Educador Emérito (resumo biográfico e coroa de sonetilhos)
Cacimba Seca (romance)
Terra Inundada (romance)
Grilagem (romance)
Aquele Homem (romance)
Rodelas – Curraleiros, Índios e Missionários (história da colonização na região das corredeiras do Rio São Francisco)
Sertão, Luz e Luzerna (contos)
Cantigas de Fuga ao Tédio (poesia lírica)
Memórias de Pedro Malaca (romance)
Crônicas dos Deuses: História de Moisés, o Êxodo (crônicas bíblicas)
Solidariedade (contos)
Memorial Dulcina Cruz Lima (biografia)
Colonização e Massacre (romance histórico)
No Correr do Tempo (memórias)
Leveza do Soneto (sonetos líricos)

Academia Rio-grandense de Letras

PATRONOS

CADEIRA 25

Alberto da Costa Correa Leite

(por Walter Galvani)

Não era saudável ser poeta romântico no século XIX, mas de certo modo era assim que se afrontava o “establishment” e se atingia a sociedade através da sensibilização e da comoção: morria-se moço, como Castro Alves, mas sabia-se muito e se alcançava rapidamente uma grande cultura e se conquistavam as ferramentas para brilhar.

Alberto da Costa Correa Leite não fugiu à essa regra de ouro. Nasceu numa família dedicada à literatura e ao jornalismo, como poderia ser o título desta breve...

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