CADEIRA 38

ACADÊMICOSQUADRO ACADÊMICO

Eduardo Guimarães

Eduardo Gaspar da Costa Guimarães nasceu em Porto Alegre no dia 30 de março de 1892, filho de Gaspar da Costa Guimarães e Balbina da Silveira Guimarães. Estudou na Escola Pública da Prof. Isabel Gama, no Colégio Rio-Grandense e no Colégio Júlio de Castilhos. Foi redator de A Hora e Rio Jornal, ambos no Rio de Janeiro em 1912. Foi funcionário público estadual desde 1913, tendo servido na Biblioteca Pública Estadual como diretor dessa instituição a partir de 1922, permanecendo no cargo até o seu falecimento.

Em Porto Alegre foi redator do jornal A Federação, diretor da Revista Máscara, fundador da revista Mensário do Sul e membro e fundador da Sociedade Sul-Rio-Grandense de Belas Artes. Pertenceu ao grupo de neo-simbolistas do Rio Grande do Sul, a que pertenceram também Homero Prates, Álvaro Moreira, José Picorelli e Felipe d'Oliveira. Usava os pseudônimos de Lúcio Del Rio, Paulo Rubens, Paulo Del Rio, Toni Clown e Tristão Domingues. Sua obra máxima é A Divina Quimera, versos publicados em 1916. Faleceu em 13 de dezembro de 1928 no Rio de Janeiro.

Dados pesquisados em:
MARTINS, Ari. Dicionário Escritores do Rio Grande do Sul. orto Alegre: UFRGS, 1978.

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Academia Rio-grandense de Letras

PATRONOS

CADEIRA 25

Alberto da Costa Correa Leite

(por Walter Galvani)

Não era saudável ser poeta romântico no século XIX, mas de certo modo era assim que se afrontava o “establishment” e se atingia a sociedade através da sensibilização e da comoção: morria-se moço, como Castro Alves, mas sabia-se muito e se alcançava rapidamente uma grande cultura e se conquistavam as ferramentas para brilhar.

Alberto da Costa Correa Leite não fugiu à essa regra de ouro. Nasceu numa família dedicada à literatura e ao jornalismo, como poderia ser o título desta breve...

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