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ACADEMIA DE LETRAS TERÁ MEMORIAL HISTÓRICO

16 de janeiro de 2026

      Em um momento histórico, aos 125 anos de fundação, a Academia Rio-Grandense de Letras, em parceria com a Santa Casa de Misericórdia, neste 15 de janeiro, lançou a pedra fundamental para a criação de seu Memorial no histórico cemitério, um “museu a céu aberto”, local conhecido por receber grupos de visitantes que admiram, mais do que túmulos, verdadeiras obras de arte ao ar livre.

      O contrato assinado pelo presidente da entidade, Airton Ortiz e Provedoria da Santa Casa, autoriza o arquiteto Guilherme Furlan ao começo das obras que estarão prontas ao longo deste 2026. O Memorial abrigará a história de 400 acadêmicos desde 1901 e os que virão.

      De maneira inovadora haverá um QR Code no Memorial que levará ao site da ARLetras, possibilitando o acesso às biografias e às obras literárias dos acadêmicos, igual a uma grande biblioteca. E com todos benefícios que disso resulta.

      No evento junto ao local do futuro panteão, diversos acadêmicos gravaram depoimentos que farão parte deste momento histórico. Também pronunciaram-se o representante da Santa Casa, o administrador Severo Pereira e a historiadora Vera Barcelos, historiadora do núcleo de pesquisas daquela entidade. O arquiteto Guilherme, autor e executor do projeto, igualmente explanou sobre a relevância da obra e a riqueza cultural que isso proporcionará a todos.

      Em seu discurso o presidente Ortiz explica o surgimento da grande ideia do Memorial. “Um sonho do acadêmico Élvio Vargas transformado em projeto pelo acadêmico Pio Furtado e realizado pela parceria entre a Academia e a Santa Casa, com patrocínio da Casa da Memória Unimed e do Grupo Zaffari.”
      Na próxima semana mostraremos fotos do significativo avanço das obras do Memorial.

Rossyr Berny
Jornalista Mtb 4747

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Academia Rio-grandense de Letras

PATRONOS

CADEIRA 13

Carlos Alberto Miller

(por César Alexandre Pereira)

O patrono da cadeira n° 13 da ACADEMIA RIOGRAN-DENSE DE LETRAS nasceu em Rio Grande no dia 12 de dezembro de 1855 e faleceu na mesma cidade em 07 de Maio de 1924. Seus pais foram Joaquim Carlos Miller e Maria Bernardina de Araújo Miller. Formou-se em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo.

Ocupou os cargos de Diretor Geral da Companhia Fluvial em Porto Alegre e a de Chefe dos Práticos da Barra do Rio Grande. Exerceu em Rio Grande a advocacia e o magistério e foi redator dos jornais GAZETA MERCANTIL e ECO DO SUL.

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