CADEIRA 7

ACADÊMICOSQUADRO ACADÊMICO

Percival Oliveira Puggina

Percival Oliveira Puggina, nasceu em 1944, em Santana do Livramento, filho de Adolpho e Eloah Puggina. O pai, economista, dirigente de empresas e deputado estadual por quatro legislaturas. A mãe, poetisa e professora de piano. Em 1968, graduou-se em Arquitetura e Urbanismo, tendo atuado nas duas décadas subsequentes como arquiteto e gerente de projetos de grandes empresas de engenharia do país. É casado desde 1969 e tem dois filhos.

Em 1985, com a redemocratização, Percival Puggina passou a se dedicar à atividade política, filiando-se à Frente Liberal (hoje DEM) e, posteriormente ao PDS (hoje PP). No primeiro, foi coordenador de bancada na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul. No segundo, criou e presidiu, durante sete anos, a Fundação Tarso Dutra de Estudos Políticos e Administração Pública, órgão doutrinário do partido no RS. Em 2013 desfiliou-se e não está mais integrado a qualquer partido político.

A partir dos anos 80, dedicou-se, também, à atividade literária, escrevendo, semanalmente para centenas de jornais, revistas, sites e blogs em todo o país. Tem milhares de textos e ensaios publicados desde então. Em 2002, criou a empresa Texto e Contexto Comunicação Ltda., da qual sócio-diretor. Em 2006 passou a ser colunista dominical do jornal Zero Hora. É autor de Crônicas Contra o Totalitarismo, Cuba - a Tragédia da Utopia, e Pombas e Gaviões.

Em 2010 foi agraciado com a medalha Simões Lopes Neto, por serviços prestados à cultura estadual e, em 2013 foi eleito para a Academia Rio-Grandense de Letras. É conselheiro do Instituto de Desenvolvimento Cultural e membro da Mesa Diretora da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. Como leigo católico, foi coordenador estadual do Movimento de Cursilhos de Cristandade, presidiu a Associação dos Dirigentes Cristãos de empresas de Porto Alegre, e se dedicou ao estudo da Doutrina Social da Igreja.

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Academia Rio-grandense de Letras

PATRONOS

CADEIRA 32

Pedro Velho

Pedro de Castro Velho nasceu em Cachoeira do Sul, Rio Grande do Sul, em 29 de junho de 1879, sendo filho de Francisco Velho e Dulce de Castro Velho. Poeta boêmio nunca teve ocupação certa. Foi um dos mais populares da geração literária de seu tempo em Porto Alegre. Faleceu em Porto Alegre, capital gaúcha, no dia 06 de setembro de 1919.

Bibliografia: Ocasos, versos, Porto Alegre, Livraria Americana, 1906. 2a. Edição com acréscimos, póstuma, Porto Alegre, Globo, 1920. Inéditos e esparsos de Pedro Velho publicados por Walter Spalding...

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