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A Academia ganha um admirável reforço em suas fileiras literárias

04 de dezembro de 2025

     O consagrado professor, escritor e intelectual Sergius Gonzaga, no memorável 15 de novembro passado tomou posse na Cadeira 35 de nosso sodalício, a qual tem por Patrono o escritor Roque Callage.

     Foi um momento ímpar na história dos 124 anos da ARL, o qual, em seu precioso discurso, declarou-se honrado com tal escolha e posse.

     De outra parte, um de seus milhares de alunos a quem foi verdadeiro exemplo ao longo de sua longa carreira de mestre, foi o seus Paraninfo, o acadêmico Rossyr Berny. Este, emocionado, traçou sua magnífica trajetória profissional e humana.

     O agradecido aluno, prestes a completar seus 50 anos de Literatura, relembrou:

     “Por recomendação do professor – que realizou a leitura crítica de 150 poemas meus, inéditos, reduzindo-os a 90 textos de seu completo agrado – fui em busca do Prefácio do grande poeta Mario Quintana, para meu primeiro livro, Homem-autômato. Era outubro de 1974. (Sergius Gonzaga ainda não era professor universitário). Dois anos se passaram para que o pobre poeta, arduamente reunisse dinheiro para o custo gráfico do livro, enfim publicado em setembro de 1976.” (Clique aqui para ler o discurso do paraninfo)

     Também estavam presentes, Ruben Daniel Méndez Castiglioni e Cintia Moscovich, ambos acadêmicos e ex-alunos de Sergius Gonzaga.

     E, dessa maneira, são inúmeros os seus alunos que, ao exemplo do mestre Sergius, seguiram a carreira literária.

     Clique aqui e leia o discurso do novo acadêmico Sergius Gonzaga, o qual deixará nossa Academia Rio-Grandense de Letras ainda mais relevante por seu trabalho, como a entidade cultural mais antiga do Rio Grande do Sul.

 

Rossyr Berny
Jornalista Reg. MTb 4747

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Academia Rio-grandense de Letras

PATRONOS

CADEIRA 28

João da Silva Belém

(por Antônio Augusto Ferreira)

Anos, que nos consideramos privilegiados pelo presente desenvolvimento dos meios de comunicação cultural, em que sobressai o recurso da Internet, sempre surpreende e intriga o fato de que, no passado, tantos espíritos, esses, sim, privilegiados, tenham sido capazes de criar obras de que nos valemos, hoje, para a compreensão de nossa subjetividade e de nossa história. Dentre essas pessoas de talento incomum destaca-se, no Rio Grande do Sul, mais especificamente em Santa Maria, João da Silva Belém, uma espécie de multimídia da época:...

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