NOTÍCIAS

Academia Rio-Grandense de Letras elege dois novos imortais

09 de maio de 2015


A Academia Rio-Grandense de Letras elegeu dois novos membros efetivos: são a escritora Maria da Glória Jesus de Oliveira, que passará a ocupar a Cadeira 5, cujo Patrono é Bernardo Taveira Júnior e cujo último ocupante foi Amir Feijó Pereira, e também o escritor Airton Ortiz, que passará a ocupar a Cadeira 14, cujo Patrono é Fontoura Xavier e cujo último ocupante foi Justino Vasconcelos. As cerimônias de posse ocorrerão no segundo semestre do ano corrente. 
Maria da Glória Jesus de Oliveira publicou ao obras “Despertar” (poesia), “Ninho de Pedras” (romance), “Contos Transeuntes” (contos), “Além do Jardim” (memória), “Nascidos do Coração” (infantil), “Estelinha” (infantil). Em 2005, estreou em curtas em vídeo, de Luca Risi, com o filme "Aparências", no qual foi protagonista; em 2006 , atuou em "Apenas Sofia"; em 2013, atuou em “Acredite nos seus Sonhos II”. Como artista plástica, participou com duas obras no Salão Afro-brasileiro, no MARGS/2006. Em 2007, esteve em Cuba, onde participou da exposição “Brasil de Norte a Sul”. Em 2012, iniciou a participação no grupo VIVAPALAVRA, lendo poemas seus e de outros autores em eventos culturais.
Airton Ortiz formou-se em Jornalismo pela PUC-RS e fez pós-graduação na UFRGS. Além de escritor profissional, é jornalista especializado em reportagens internacionais sobre a natureza selvagem; criador do gênero Jornalismo de Aventura, onde é, ao mesmo tempo, repórter e protagonista da reportagem. Estreou como escritor profissional em 1999, ao publicar, pela Editora Record, do Rio de Janeiro, o livro Aventura no topo da África. Possui mais de dez livros publicados.

Academia Rio-grandense de Letras

PATRONOS

CADEIRA 7

Carlos Augusto Ferreira

Carlos Augusto Ferreira nasceu em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, em 24 de outubro de 1844. Concluiu o ensino primário em São Paulo, para onde se mudou em 1865. De volta a Porto Alegre, foi aprendiz de ourives. Em 1871 retornou para São Paulo e passou a ser redator do Correio Paulistano. Foi ainda de 1876 a 1877 co-diretor do Almanaque Popular de Campinas e diretor da Gazeta de Campinas. Durante o período em que viveu no Rio de Janeiro, foi redator do Correio do Brasil.

Exercitou o magistério, uma de suas paixões, e o jornalismo em Amparo, interior de...

continue lendoCONTINUE LENDOcontinue lendo