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Caio Riter é eleito para a Cadeira 4 da Academia Rio-Grandense de Letras

11 de agosto de 2016


Em assembleia extraordinária realizada nesta quinta-feira, dia 11 de agosto de 2016, os membros da Academia Rio-Grandense de Letras elegeram o escritor Caio Riter como novo ocupante da Cadeira 4, na sucessão de Paulo Brossard de Souza Pinto, falecido em abril de 2015. O eleito recebeu a maioria dos 32 votos contabilizados no pleito. Ao término da sessão, Avelino Collet, presidente da Academia, louvou a ampla participação dos acadêmicos na eleição e destacou a inquestionável qualidade intelectual dos demais concorrentes. A assembleia geral foi encerrada com aplausos de boas-vindas ao novo integrante da Academia.
Caio Riter nasceu em 24/12/1962, em Porto Alegre/RS, cidade onde mora. É bacharel em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS, e licenciado em Letras – Língua Portuguesa e Literaturas, pela Faculdade Porto-Alegrense de Educação, Ciências e Letras – FAPA/RS; é mestre e doutor em Literatura Brasileira, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Em 1994, publicou seu primeiro livro, “O palito diferente”, e nunca mais parou de escrever, já tendo publicado mais de sessenta obras, principalmente para o público infanto-juvenil, mas também para o adulto. Recebeu vários prêmios, entre eles destacam-se: 1º Prêmio Barco a Vapor, Açorianos, Orígenes Lessa, Livro do Ano (da Associação Gaúcha de Escritores), além de ter obras selecionadas pelo PNBE e para os catálogos White Ravens e Bolonha. Mais informações podem ser obtidas no site pessoal do escritor.
A posse do novo acadêmico ocorrerá dentro dos próximos meses, ainda neste ano de 2016.

Academia Rio-grandense de Letras

PATRONOS

CADEIRA 6

Apolinário Porto Alegre

(por Moacyr Flores)

Apolinário Porto Alegre nasceu na cidade de Rio Grande, RS, em 29.8.1844, filho de Antônio José Gomes e de Delfina Joaquina da Costa Campello. Seus ancestrais pelo lado materno eram de Lisboa e dos Açores pelo paterno. Seu pai, tendo um homônimo em Rio Grande, acrescentou Porto Alegre ao nome a fim de evitar maiores confusões.

Antônio José Gomes, funcionário da Fazenda, teve sua transferência no cargo de inspetor para a Alfândega de Porto Alegre, aonde chegou em 12.10.1859. O jovem Apolinário continuou seus estudos no colégio...

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