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Cláudio Moreno é eleito para a Academia Rio-Grandense de Letras

08 de novembro de 2015


 
Na reunião do último dia 05 de novembro, a Academia Rio-Grandense de Letras elegeu o Professor Cláudio Moreno como seu novo membro efetivo. O Prof. Moreno passará a ocupar a Cadeira 32, cujo Patrono é Pedro Velho. A cerimônia de posse ocorrerá no mês de dezembro.
 
Cláudio Moreno nasceu em Rio Grande. Concluiu o curso de Letras da UFRGS, com habilitação em Português e Grego. Em 1972, ingressou como docente no Instituto de Letras da mesma universidade, tendo sido responsável por várias disciplinas nos cursos de Letras e de Jornalismo, assim como pela disciplina de Redação para os cursos de Pós-Graduação de Medicina. Em 1977, concluiu o mestrado em Língua Portuguesa com a dissertação Os Diminutivos em -inho e -zinho e a Delimitação do Vocábulo Nominal no Português; em 1997, obteve o título de Doutor em Letras com a tese Morfologia Nominal do Português. 
 
Escreve regularmente no jornal Zero Hora, de Porto Alegre, onde mantém uma seção sobre Mitologia Clássica e outra sobre questões de nosso idioma.
 
Publicou, em co-autoria, livros sobre a área da redação – Redação Técnica (Formação), Curso Básico de Redação (Ática) e Português para Convencer (Ática). Sobre gramática, publicou o Guia Prático do Português Correto pela L&PM, em três volumes: Ortografia (2003), Morfologia (2004) e Sintaxe (2005). Pela mesma editora, lançou O Prazer das Palavras – v.1 (2007) e v.2 (2008), com artigos sobre etimologia e curiosidades de nosso idioma. Além disso, é o autor do romance Tróia (2004) e de três livros de crônicas sobre Mitologia Clássica, Um Rio que Vem da Grécia (2004), Cem Lições para Viver Melhor (2008) e Noites Gregas (2015). 
 

Academia Rio-grandense de Letras

PATRONOS

CADEIRA 6

Apolinário Porto Alegre

(por Moacyr Flores)

Apolinário Porto Alegre nasceu na cidade de Rio Grande, RS, em 29.8.1844, filho de Antônio José Gomes e de Delfina Joaquina da Costa Campello. Seus ancestrais pelo lado materno eram de Lisboa e dos Açores pelo paterno. Seu pai, tendo um homônimo em Rio Grande, acrescentou Porto Alegre ao nome a fim de evitar maiores confusões.

Antônio José Gomes, funcionário da Fazenda, teve sua transferência no cargo de inspetor para a Alfândega de Porto Alegre, aonde chegou em 12.10.1859. O jovem Apolinário continuou seus estudos no colégio...

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