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Academia Rio-Grandense de Letras anuncia as obras finalistas do Prêmio de Literatura 2024

05 de dezembro de 2024

     A Academia Rio-Grandense de Letras (ARL), anuncia as obras finalistas do Prêmio de Literatura 2024 nas categorias Literatura para a infância, Literatura Juvenil, Romance, Conto, Crônica e Poesia. Entre as 163 obras homologadas, a Comissão de Avaliação indicou três obras finalistas por categoria. A entrega dos troféus aos vencedores será dia 12 de dezembro, às 19h, em cerimônia no auditório do Book Hall, no Bourbon Shopping Country (Av. Túlio de Rose,80). Na mesma oportunidade, a ARL concederá o Troféu Academia Rio-Grandense de Letras - Escritor do Ano, e o Troféu Olinto de Oliveira, para pessoa física ou jurídica que tenha desenvolvido ações de promoção cultural no estado.

LITERATURA PARA INFÂNCIA
Caramelo - Ana Fonseca e Mauren Veras - Bestiário
Cadê cadê - Paula Taitelbaum e Xadalu Jekupé - Piu
Loba - Roberta Malta e Paula Schiavon - Zahar

LITERATURA JUVENIL
Aguapés - Giovana Silva de Oliveira - Urutau
Carta aos originários - Mario Augusto Pool - Salto
Foi um péssimo dia - Natalia Borges Polesso - Dublinenese

ROMANCE
Catálogo de ressentimentos - Samir Arrage - Ed. Faria e Silva
Louças de família - Eliane Marques - Autêntica
Tem que fazer uma cruz para ela - Ana Maria Baldo - O Grifo

CONTO
Menores que o céu - Gean Paulo Naue - Urutau
Pequeno dicionário de etimologia alternativa - Bruno Cobalchini - Taverna
Vespeiro - Irka Barrios - DarkSide

CRÔNICA
A cor púrpura da epilepsia - Carlos Scomazzon - Casa Verde
Da água que se faz onda e espelho - Daniel Baz - E-Liber
E mais não digo - Ronald Augusto - Casa Verde

POESIA
A esperança contra a esperança - Maria Carpi - AGE
Regressos - Leonardo Antunes - Martelo
Os ternos de Charlie Parker e outros poemas - Marco de Menezes - 7 Letras

Academia Rio-grandense de Letras

PATRONOS

CADEIRA 7

Carlos Augusto Ferreira

Carlos Augusto Ferreira nasceu em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, em 24 de outubro de 1844. Concluiu o ensino primário em São Paulo, para onde se mudou em 1865. De volta a Porto Alegre, foi aprendiz de ourives. Em 1871 retornou para São Paulo e passou a ser redator do Correio Paulistano. Foi ainda de 1876 a 1877 co-diretor do Almanaque Popular de Campinas e diretor da Gazeta de Campinas. Durante o período em que viveu no Rio de Janeiro, foi redator do Correio do Brasil.

Exercitou o magistério, uma de suas paixões, e o jornalismo em Amparo, interior de...

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